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- "Depois de
muitas vicissitudes vividas na fé, o P. Jean Gailhac ía percebendo a fundação do
Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria como apelo de Deus". Em 1847
as bases para esta fundação estavam já amadurecidas e estava também constituído o
primeiro grupo de futuras irmãs para lhe dar início.
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A morte de Eugène Cure, a
2 de Novembro de 1848, foi dura para Gailhac, que perdia um grande amigo e benfeitor, mas
trouxe-lhe a pedra necessária para completar o grupo fundador do Novo Instituto: a
opção religiosa de Apollonie Cure. "Depois de um largo tempo de discernimento e com
a confirmação do próprio bispo, estes acontecimentos são entendidos à luz da fé e é
reconhecida a vocação de Apolionie Cure. Em colaboração directa com o P. Gailhac, é a
primeira Superiora Geral do Instituto nascente.
- Assim, na
véspera do primeiro Domingo de Quaresma, 24 de Fevereiro, funda-se o Instituto das
Religiosas do Sagrado Coração de Maria, que logo tem a aprovação e benção do Bispo
da Diocese que passa a ser seu protector. Apollonie Cure, Eulalie Vidal e Rosalie Gibbal,
numa pequena cerimónia presidida por Jean Gailhac, tomam posse da direcção da obra do
Bom Pastor, com a determinação firme de se darem totalmente a Deus e de, em cada dia,
estarem atentas à sua vontade. Com elas se juntaram Rose Jeantet, Cécile Cambon e Marie
Roques, todas elas já trabalhadoras no Refúgio. Estas 6 Irmãs formaram a 1ª Comunidade
do Instituto do Sagrado Coração de Maria.
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- Embora com
idades diferentes, e sendo cada uma portadora de uma experiência de vida diferente, todas
elas têm uma grande vontade de levar para a frente a missão comum, tomando para isso
novos nomes e novos cargos:
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Superiora Geral Apollonie Cure (Saint-Jean Evangeliste)
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Assistente Eulalie Vidal (Sainte-Croix)
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Mestra de Noviças Rosalie Gibbal (Saint-Stanislas)
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Outras Irmãs:
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- Rose Jeantet (Saint-Modeste)
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- Cécile Cambon (Saint-Aphrodise)
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- Marie Roques (Saint Agnés)
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- Este primeiro grupo
toma hábito em 13 de Abril de 1850 (com mais duas novas postulantes). A 8 de Dezembro,
mais quatro Irmãs tiveram a sua tomada de hábito.

- No dia 4 de
Maio de 1851, o primeiro grupo de 10 noviças faz os votos apoiadas pelos elogios do Bispo
à Obra do Bom Pastor, ao Padre Gailhac e à Mère Saint-Jean.
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- Depois a obra
evoluiu, e devido a dificuldades relacionadas, em parte com a rebeldia das raparigas, o
Refúgio é definitivamente extinto em Maio de 1851, dando lugar a uma nova obra a
Preservação que pretendia evitar a queda das adolescentes em maus caminhos.
- Aproveitando o
momento favorável para o desenvolvimento da educação de raparigas e devido a leis
recentes que o facilitavam, o Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria
decide abrir um Internato para poder educar as filhas das classes mais favorecidas,
assegurando, também deste modo, o apoio económico às obras gratuitas a
Preservação e o Orfanato.
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- O Instituto
entra agora numa fase de crescimento e em 1869, ano do falecimento da Mère Saint-Jean,
tinha 72 religiosas e 5 noviças, possuindo apenas a casa de Béziers, aumentando também
a frequência do Orfanato, da Preservação e do Internato, que era um dos
estabelecimentos mais procurados pelas classes altas para a
educação das suas filhas.

- O Orfanato
recebe órfãs entre os 6 e os 10 anos. Aí ficam até aos 21 anos, se a família as não
vier buscar. São educadas para serem boas cristãs e empregadas dedicadas. Ocupa o bloco
central do edifício, dividido em 3 classes pequenas, médias e grandes.
- A Preservação
passa a acolher raparigas entre os 8 e os 20 anos (60 em 1857) que, apesar de terem pais,
necessitam de uma educação especial que as prepare para se manterem na vida com
integridade.
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- Em 1864,
funciona em dois grupos: Providência (as mais pequenas) e Nossa Senhora (as mais velhas),
divisão facilitada pelo alargamento das instalações.
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- Apesar de
viverem num ambiente fechado e com um regulamento rígido, estas crianças e jovens
sentem-se bem. O momento de deixar o convento é sempre de grande saúdade.

- No Internato,
que procurava educar cristãmente as alunas, de 1851 a 1858, são admitidas 72 alunas. De
1859-60 em diante, chegam a admitir 35 alunas por ano, quase todas da região de Béziers
e orientadas por um regulamento Deveres das pensionistas -, que propõe uma
educação em que a disciplina é rigorosa e os mais pequenos pormenores estão previstos,
de acordo com a concepção que o séc. XIX tinha da mulher, e com os internatos mantidos
pelas congregações religiosas da época: fomentar uma vida de obediência, docilidade e
de submissão.
- O grau de
ensino ministrado oficialmente pelo Internato é o primário, considerado de nível de
estudos superior ao vulgar. Quem continua no Internato e possa completar a educação,
segue estudos aprofundados, embora não secundários.
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- As obras
prosperam e novas vocações foram para a comunidade.
Nos primeiros anos do séc. XX outras casas se fundaram em França: Cambrai, Paris, Rennes
e Montpellier.
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- No tempo do
Padre Gailhac havia oito fundações, incluindo a Casa Mãe, em cinco países
França, Irlanda (1871), Portugal (Porto 1871), Inglaterra (1872) e Estados Unidos
(1877) e 174 Irmãs.

- Em Portugal, um
primeiro grupo de Irmãs chegou ao Porto em 1871, através da Irmã de Madre St. Thomas
Margaret Hennessey, que aí tinha um colégio inglês. O sentimento anticlerical existente
no nosso país e a antipatia para com os franceses não favoreceram uma recepção
calorosa às Irmãs vindas de França.
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- A educação
das jovens era uma necessidade urgente e o colégio estabelecido no Porto depressa se
tornou um dos melhores da cidade. Em 1876, em resposta ao apelo de algumas famílias
católicas, abriu um colégio em Braga. Em 1886, as Irmãs de Braga foram para Chaves com
a intenção de abrirem uma escola para crianças pobres.
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- Colégios
internos, colégios externos, escolas gratuitas e um orfanato foram criados uns após
outros.
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- Apesar da
delicada situação política em Portugal, tempo veio em que o Padre Gailhac pôde dizer
que as suas fundações portuguesas lhe ofereciam sólida satisfação.
- Depois da morte
de Gailhac outras casas se abriram em Portugal: Viseu, Guarda, Aveiro, Guimarães, Lisboa,
Coimbra, Fátima, Portalegre, Covilhã, ...
- A primeira
fundação inglesa fez-se em resposta a um convite do Padre Thomas Kelly, pároco da
Igreja de St. James, Liverpool, que procurava uma comunidade de Irmãs para o ajudar a
fundar escolas paroquiais onde as crianças pudessem ser instruídas na Religião
Católica. Partiram Irmãs de Béziers para Liverpool, em 1872. O trabalho prosseguiu com
rapidez e prosperidade. Depois disto, as Irmãs foram para vários outros lugares: Barrow
in Furness, Londres, Wales, Carlisle, Surrey e Cromer. Através de muitas vicissitudes o
trabalho das RSCM na Inglaterra foi ricamente abençoado e as suas escolas, tanto
primárias como secundárias, floresceram por mais de 100 anos.
- Quando visitou
Roma, em 1874, Gailhac prometeu à Sra. Sarah Peters que mandaria um grupo de RSCM para os
Estados Unidos. Logo que se fizeram os preparativos necessários, as Irmãs partiram.
- A Sra. Sarah
Peters tinha morrido antes da chegada das Irmãs em 1877, mas foram cordialmente recebidas
pelas Irmãs Franciscanas, e em seguida prosseguiram para Sag Harbor em Long Island, New
York. Encarregaram-se da escola paroquial e também se deslocavam, de barco e de carro, a
outros lugares distantes, a fim de prepararem as crianças para a Primeira Comunhão e
Confirmação.
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- O Ministério
Educativo das RSCM nos Estados Unidos expressava-se num envolvimento activo nas escolas
paroquiais e na criação de escolas e colégios a todos os níveis da educação
primário, secundário e superior. Fundaram-se
casas em New York City e Tarrytown, New York; mais tarde em Arlington e Richmond,
Virginia; Farguson, Missouri; Rolling Meadows, Illinois.
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- Respondendo a
um apelo urgente do Bispo Cantwell, para irem para a Califórnia, as Irmãs, levadas pela
Madre Cecília Rafter, chegaram a Los Angeles em 1923. Também se abriram escolas em Santa
Barbara, Studio City, Montbello e San José.
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- Com a
proclamação da República em Portugal, em 1910, as leis contra as congregações
religiosas obrigaram as Irmãs a dispersarem-se. Foram tratadas com desprezo e, nalguns
casos, foram presas. Algumas Irmãs fixaram-se em Tuy para poderem manter um noviciado
para portuguesas.
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- Outras, como a
Madre Maria de Aquino Vieira Ribeiro, partiram para o Brasil em 1911, despojadas dos seus
recursos e expulsas dos seus conventos. No entanto, foram todas bem recebidas pelo povo
brasileiro e começaram por fundar colégios em Ubá, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. À
medida que crescia a sua reputação de educadoras, os seus colégios floresciam: Belo
Horizonte, São Paulo, Vitória, Brasília. Atentas aos desejos do Padre Jean Gailhac e ao
seu amor pelos pobres, havia sempre escolas gratuitas anexas às escolas pagas.
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- Em 1930, Madre
Joseph Butler, Superiora Geral na altura, abriu a primeira casa para as RSCM em Roma. O
seu objectivo era facilitar o contacto das RSCM com o Vaticano e oferecer educação às
jovens italianas.
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- Em 1943,
abriu-se uma escola em Quebec, Canadá. As RSCM ensinaram ali durante vinte anos.
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- As RSCM foram
para Bogotá em 1947. Abriram três escolas na Colômbia e também se
envolveram com trabalhos nas áreas rurais. A presença das RSCM
continuou na Colômbia até meados dos anos 80.
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- Em 1952 um
grupo de RSCM, nove portuguesas, duas irlandesas e uma brasileira, lideradas pela Madre
Inês de Jesus Teixeira, partiram de Portugal e chegaram a Quelimane, Moçambique, onde
abriram a primeira fundação africana.
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- Imediatamente se encarregaram do colégio cujos estudantes
vinham de famílias portuguesas residentes em Moçambique. Também começara com aulas de
catequese, trabalhavam com as famílias nativas e visitavam a cadeia e o hospital da
cidade. Em 1954, foi aberta a primeira missão em Morrumbala, Moçambique, com
uma escola primária para as crianças da localidade e um internato para as meninas, assim
como outros ministérios. A presença das RSCM em Moçambique alargou-se até ao Dondo,
Pebane e Gurué.
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- Em 1953 as
Irmãs dos Estados Unidos abriram uma escola em Barcelona. Esta fechou-se em meados dos
anos 60.
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- Em 1956 duas
Irmãs partiram de New York para Umtali, Rodésia do Sul (hoje, Mutare Zimbabwe)
para prepararem a abertura de uma escola secundária, a primeira escola Católica Europeia
na diocese. Em 1961 as Irmãs começaram a ensinar estudantes nativos numa escola
secundária de Rusape.
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- Em 1957, as
Irmãs da Costa Ocidental dos Estados Unidos fundaram uma escola em Cuernavaca, México.
Algum tempo depois as Irmãs mexicanas começaram a trabalhar entre os pobres da cidade do
México: em educação, ministério paroquial e evangelização.
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- As Religiosas
do Sagrado Coração de Maria, ao longo destes anos, desde a sua fundação, fixaram-se em
muitas partes do mundo. Em resposta às necessidades particulares de tempo e lugar,
assumiram muitos ministérios diferentes e foram abençoadas com membros novos para
continuarem a sua missão de tornar Deus conhecido e amado. Em 1938, devido à
sua expansão, as comunidades e as obras do Instituto foram agrupadas em Cinco Províncias
de forma a facilitar a administração e a manter a unidade.

- As RSCM sempre
consideraram a educação da juventude como o meio poderoso de evangelização. Durante
muitos anos e educação em todas as suas formas foi o seu apostolado principal.
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- O factor
principal que contribuiu para as mudanças no Instituto a partir dos anos 60, foi o
Concílio Vaticano II, com a sua ênfase na abertura ao mundo e a necessidade de
renovação, Desde o Concílio, estudámos de novo o nosso carisma e adaptámo-lo ao
nosso tempo; com a Igreja reconhecemos o chamamento à justiça e à solidariedade com os
pobres, e reescrevemos as nossas Constituições de acordo com a nossa identidade como
instituto religioso apostólico. Assim, conhecendo e respeitando a diversidade de
culturas no Instituto e entre aqueles com quem trabalham, as RSCM procuram o significado
concreto dos termos inculturação e inserção, com um forte desejo de se abrirem
sinceramente ao Espírito, aos chamamentos da Igreja, aos sinais dos tempos, à realidade
e à mudança, esforçando-se por se tornarem mulheres do seu tempo.
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- Os ministérios
tornaram-se mais diversificados, as Irmãs passaram muitas vezes a viverem em pequenos
grupos ou em residências. A formação das noviças, que tradicionalmente se fazia no
ambiente das Instituições, mudou das Instituições para lugares mais simples, a fim de
facilitar a formação para a vida religiosa apostólica da era pós-Vaticano II.
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- As RSCM não
só se envolveram em novos ministérios, mas também, além de irem para novos países
foram para outras partes geográficas dos países onde já exerciam ministério: em
Portugal, nos Estados Unidos e no Brasil, as Irmãs foram para áreas rurais onde havia
pouca ou nenhuma presença religiosa ou da Igreja. Irmãs da Inglaterra e da Irlanda foram
para a Zâmbia (1966) e Irmãs da França foram para o Mali (1971).
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"Desafiadas a uma inserção profunda nas realidades da Igreja e do mundo, as RSCM
procuram escutar o dinamismo do Espírito, vivendo em abertura aos sinais dos tempos. Em
fidelidade criativa ao Espírito e Carisma que lhes é confiado, procuram ser resposta
adequada às necessidades de cada tempo e lugar, particularmente junto dos mais
necessitados".
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- Neste momento o
Instituto compreende:
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- Cinco
Províncias:
- - Província Brasileira -
Brasil
- - Província Americana de Leste
- EUA (Costa Leste) e presenças em Itália, França e Inglaterra
- - Província Americana de Oeste
- EUA (Costa Oeste) e México
- - Província Europeia do Norte
- Irlanda, Irlanda do Norte,lnglaterra, Escócia, País de Gales, França
- - Província Portuguesa -
Portugal e Mali
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- Duas Regiões:
- - Moçambique
- - Zambese - Zimbabwe e Zâmbia
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- Um Generalato:
- - Roma
-
- Casa Mãe:
- - França - Béziers